Artículos que luego del proceso de revisión son aceptados, pero se encuentran en proceso de diagramación
Como Citar
Villac, M. I. (2026). Revista De Arquitectura (Bogotá), 28(1). https://doi.org/10.14718/RevArq.2026.28.5269
##article.license##
Creative Commons License

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.

A Revista de Arquitectura está catalogada como uma publicação de acesso aberto. Mais informações >>>

Os autores conservarão os direitos autorais e garantirão à Revista de Arquitectura o direito de primeira publicação da obra, o qual estará simultaneamente sujeito à licença Creative Commons (Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional CC BY-NC).

Os autores assinarão uma licença não exclusiva de distribuição da versão da obra publicada mediante a assinatura do documento RevArq FP03 Autorização para reprodução de artigo.

O autoarquivamento estará de acordo com os critérios expressos pelo SHERPA/RoMEO e pela classificação verde.

Para ver esses lineamentos, por favor, consultar >>>

Resumo

.

Referências

Butler, J. (2022). Que mundo é este?: Uma Fenomenologia Pandêmica. Editora Autêntica.

Eco, U. (1976). A poética da obra aberta. A obra aberta. Perspectiva (10ª ed.).

Fundación Mies van der Rohe. (2000). https://shopmies.com/en/fundacio-mies-van-der-rohe/14-2nd-mies-van-der-rohe-award-for-latin-american-architecture.html

Giedion, S. (1967). Espacio, tiempo y arquitectura. Origen y desarrollo de una nueva tradición. Reverte, S. A. Editor.

Hilberseimer, L. (1979). La arquitectura de la gran ciudad. Gustavo Gili.

Mendes Da Rocha, P. (2012). A construção do olhar de Paulo Mendes da Rocha. En P. Mendes Da Rocha y M. L. Villac (org.), Paulo

Mendes da Rocha com Maria Isabel Villac. América, cidade e natureza (pp. 27-87). Editora Estação Liberdade.

Mendes Da Rocha, P. (1986). Morar na era moderna. Projeto (n. 94), São Paulo.

Merleau-Ponty, M. (2004). O olho e o espírito. Cosac & Naif.

Merleau-Ponty, M. (1993). Fenomenología de la percepción. Planeta De Agostini.

Morin, E. (1993). Introducción al pensamiento complejo. Gedisa.

Pareyson, L. (1993). Estética. Teoria da formatividade. Vozes.

UrbiPedia. Archivo de Architectura. (s. f.). Ramos de Azevedo. https://www.urbipedia.org/hoja/Ramos_de_Azevedo

Sontag, S. (1996). Contra la interpretación. En Contra la interpretación (pp. 25-39). Santillana.

Villac, M. I. (2016). Técnica, arte e questões fundamentais da existência. Considerações sobre o discurso de Paulo Mendes da

Rocha. Pós. Revista do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da Fauusp, 23(39), 90-100. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2317-2762.v23i39

Villac, M. I. (2002). La construcción de la mirada. Naturaleza, Ciudad y Discurso en la Arquitectura de Paulo Archias Mendes da Rocha [Tesis doctoral]. Barcelona, ETSAB UPC.

Zevi, B. (1996). Saber ver a arquitetura. Martins Fontes.

Citações

Crossref

Scopus
Europe PMC
Sistema OJS 3 - Metabiblioteca |